Tuesday, August 07, 2007

Caso Grafite




Em abril de 2005 em uma partida válida pela Copa Toyota Libertadores da América ocorreu um dos casos mais fortes de preconceito racial dentro das quatro linhas. No primeiro tempo da partida entre São Paulo x Quilmes, no Estádio do Morumbi, o zagueiro argentino Desábato xingou o brasileiro Grafite de forma racista. Grafite reagiu, agrediu Desábato e acabou sendo expulso da partida. Porém, imagens de TV flagraram a atitude do argentino.
Ao final da partida o delegado Oswaldo Nico Gonçalves entrou em campo e conduziu o zagueiro argentino ao 34° DP.
Depois de ficar detido cerca de 37 horas, a fiança de Desábato foi paga e ele liberado.




Nessa época começava a crescer uma onda preconceituosa com relação a etnia dos jogadores. Esta atitude em um jogo considerado importante foi um passo importante para conter essa crescente racial? Ou a atitude foi completamente exagerada? Você concorda com as atitudes tomadas contra Desábato no fator extra campo?



Muitas pessoas defendem que o que acontece dentro do campo deve ficar apenas dentro de campo. Porém uma imagem de racismo passada aos torcedores pode causar conseqüências muito graves, sendo o futebol um fator que influencia muitas pessoas ao redor do mundo. As atitudes começam no gramado e rapidamente podem se espalhar para as arquibancadas e até influenciar movimentos preconceituosos nas ruas. Eu, particularmente, sou contra o racismo em qualquer uma de suas formas e, considero a atitude tomada na partida entre São Paulo x Quilmes completamente válida, no período delicado que o futebol começava a enfrentar com relação ao racismo.


Deixe a sua opinião!

Por: Baggio

5 comments:

Ricardo said...

eu acho que o caso deveria ficar apenas dentro das quatro linhas mesmo!
no jogo coisas são faladas a todo momento
foi um exagero!

Fumaça said...

Concordo com a atitude
apesar de ser no futebol
é racismo de qualquer forma!

juarez said...

bem feito pra aquele bambi

juarez said...

bem feito pra aquele bambi

juarez said...

bem feito pra aquele bambi